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Música Esparsa

PATRICIA SOUZA – ENTRE

Foi do manancial de versatilidade e hibridismo que caracteriza a canção brasileira – e que a tornou uma das principais manifestações artísticas da cultura popular mundial – que a cantora Patricia Souza retirou sua inspiração para o excelente disco Entre (2017), uma joia da discografia contemporânea que aborda de maneira criativa e bem lapidada um dos principais aspectos da riqueza cancioneira nacional: a intertextualidade. Continuar lendo “PATRICIA SOUZA – ENTRE”

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FILIPE CATTO – CATTO

Conheci Filipe Catto ainda em 2009, logo depois do lançamento de seu EP de estreia, Saga. Recordo que quando morava em Porto Alegre, aquele conjunto de canções viscerais explorando as sonoridades do tango e do samba me deixaram absolutamente surpreendido e encantado. Na época, até uma entrevista rolou AQUI no blog. Continuar lendo “FILIPE CATTO – CATTO”

GISELA MAGRI – MADEJA

A cantora argentina Gisela Magri destaca-se pelo criativo e sofisticado diálogo musical entre sonoridades argentinas e brasileiras, especialmente do samba e do tango. Após o álbum Glicina Oscura, tango y samba enredados (2012), lançou o belíssimo Madeja (2016), produzido pela própria artista e com arranjos e direção musical de Tincho Acosta. Continuar lendo “GISELA MAGRI – MADEJA”

DANDARA MANOELA

É com extremo contentamento que hoje escrevo sobre Dandara Manoela (na imagem acima de João Pedro Dalcegio Varela/REC’n’Play): cantora, compositora e instrumentista que hoje integra o projeto/banda Cores de Aidê e que concorre este ano como melhor cantora no Prêmio da Música Catarinense (você pode votar na artista AQUI). Continuar lendo “DANDARA MANOELA”

ANDRÉ MEHMARI – SUÍTE POLICARPO

As relações entre música popular e literatura no Brasil são numerosas e intensas, como já demonstrou a pesquisa de José Ramos Tinhorão em sua trilogia A música popular no romance brasileiro, publicada pela Editora 34. Seja a partir da abordagem de escritores, que mencionam as experiências musicais populares como fontes de representação de seus personagens e cenários literários, seja a partir das composições musicais que tomam exemplos da literatura como inspiração, as reciprocidades entre as expressões artísticas citadas são vastíssimas. Continuar lendo “ANDRÉ MEHMARI – SUÍTE POLICARPO”

THAMIRES TANNOUS – CANTO PARA ALDEBARÃ

O álbum Canto para Aldebarã (2014), de Thamires Tannous, é uma preciosidade discográfica da música contemporânea que mistura brasilidade e sonoridade árabe em um repertório marcado por beleza, criatividade e lirismo raros. Continuar lendo “THAMIRES TANNOUS – CANTO PARA ALDEBARÔ

FESTIVAL ÂNGELA FLACH

Conheci a produtora Ângela Flach há quase 10 anos atrás, quando ainda perambulava pelos shows da cena independente de Porto Alegre sem imaginar que um dia teria um blog como o Música Esparsa. Lembro bem quando, em determinada ocasião, fui adquirir um ingresso para uma apresentação do Marcelo Delacroix no Teatro Renascença e ela me recebeu com grande gentileza e atenção. Depois desse dia, em inúmeras situações Ângela me avisava dos diferentes shows dos artistas produzidos por ela, o que reforçou minha visão positiva sobre o seu trabalho cuidadoso e engajado. Continuar lendo “FESTIVAL ÂNGELA FLACH”

SAMUCA CHIODINI

Vem de Santa Catarina a nossa sugestão de música instrumental de hoje. Nascido em Jaraguá do Sul, o guitarrista Samuca Chiodini tem mostrado grande vitalidade e criatividade em temas autorias já registrados em dois álbuns: Quintal (2013) e Tempero Moderno (2015). Continuar lendo “SAMUCA CHIODINI”

BALEIRO/RAMIL (parte 7)

A sétima edição da série de postagens que comenta simultaneamente a discografia dos cantores e compositores Zeca Baleiro e Vitor Ramil aborda os álbuns O Coração do Homem-Bomba – Vol. 2 (2008) e Longes (2004), respectivamente dos artistas maranhense e gaúcho. Continuar lendo “BALEIRO/RAMIL (parte 7)”

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