Depois da surpresa agradável de assistir o folclore argentino renovado nas canções interpretadas por Willy González e Micaela Vita, conheci, com um atraso de 20 anos mais ou menos, um dos principais expoentes do chamamé argentino na atualidade: Chango Spasiuk.

Chango Spasiuk
Chango Spasiuk

Com 9 álbuns lançados, sendo  o primeiro LP de 1989,  o acordeonista Chango foi premiado e/ou indicado por diversos prêmios importantes: Gardel, Konex, Grammy Latino, entre outros. Nascido na província de Misiones (que com Corrientes forma a “terra do chamamé”) e descendente de ucranianos, Spasiuk integra nas suas interpretações do chamamé diversas influências das polcas da Europa Oriental, o que deixa o chamamé, para os meus ouvidos, muito mais agradável. Principalmente quando, além do acordeón, o violino abrilhanta as composições do argentino.

O primeiro álbum dele que escutei foi Chamamé Crudo (2000), que contém temas belíssimos, como Ranchera e Misiones. Os outros álbuns são Chango Spasiuk (1989), Contraste (1990), Bailemos y … (1992), La ponzoña (1996), Polcas de mi tierra (1999), The Charm of Chamamé (recompilação, 2003), Tarefero de mis pagos (2004) e Pynandí – Los descalzos (2008).

Para apreciarem esse excelente músico, deixo os vídeos abaixo com uma apresentação de Chango e seu magnífico grupo de músicos no importantíssimo festival de Cosquín na Argentina, neste ano, e três vídeos sobre o lançamento do último álbum do acordeonista. Aproveitem!

Saudações musicais!

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