Tempos atrás dediquei dois posts intitulados Música sem fronteiras às cantoras Cristina Branco e Lhasa de Sela, comentando rapidamente a trajetória de ambas. Mais adiante, porém, elaborei um post exclusivo para a portuguesa Cristina Branco e pensei agora comigo que já era hora de fazer o mesmo com Lhasa de Sela.

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Nascida nos Estados Unidos da América, mas radicada em Montreal no Canadá, Lhasa é uma artista que possui uma  das discografias mais surpreendentes que conheço, pela sonoridade, pelas letras, pela beleza de todas as suas músicas. A combinação de sua voz potente e emocionante com melodias nada óbvias me seduziram desde a primeira audição.

Em 1998 lançou o álbum La Llorona, com todas as músicas cantadas em espanhol e calcadas em letras intimistas, que perduram ao longo de seus outros dois álbuns, The Living Road (2003) e Lhasa (2009).

The Living Road é um álbum de três línguas, pois contém músicas em espanhol, inglês e francês, como a belíssima La marée haute. Já o disco Lhasa, lançado este ano, é formado apenas por canções em inglês.

Diferentemente de Cristina Branco, não tenho informações mais detalhadas sobre a trajetória de Lhasa, mas dedicar a ela um post exclusivo neste blog era uma obrigação minha, levando em conta  o quanto suas músicas fazem parte da minha audição cotidiana.

E para quem ainda nunca ouviu Lhasa de Sela, deixo três vídeos com músicas de cada álbum: La Celestina (La Llorona), Con Toda Palabra (The Living Road) e Love Came Here (Lhasa).

Saudações musicais!

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