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Música Esparsa

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icarobittencourt

FESTIVAL ÂNGELA FLACH

Conheci a produtora Ângela Flach há quase 10 anos atrás, quando ainda perambulava pelos shows da cena independente de Porto Alegre sem imaginar que um dia teria um blog como o Música Esparsa. Lembro bem quando, em determinada ocasião, fui adquirir um ingresso para uma apresentação do Marcelo Delacroix no Teatro Renascença e ela me recebeu com grande gentileza e atenção. Depois desse dia, em inúmeras situações Ângela me avisava dos diferentes shows dos artistas produzidos por ela, o que reforçou minha visão positiva sobre o seu trabalho cuidadoso e engajado. Continuar lendo “FESTIVAL ÂNGELA FLACH”

SAMUCA CHIODINI

Vem de Santa Catarina a nossa sugestão de música instrumental de hoje. Nascido em Jaraguá do Sul, o guitarrista Samuca Chiodini tem mostrado grande vitalidade e criatividade em temas autorias já registrados em dois álbuns: Quintal (2013) e Tempero Moderno (2015). Continuar lendo “SAMUCA CHIODINI”

BALEIRO/RAMIL (parte 7)

A sétima edição da série de postagens que comenta simultaneamente a discografia dos cantores e compositores Zeca Baleiro e Vitor Ramil aborda os álbuns O Coração do Homem-Bomba – Vol. 2 (2008) e Longes (2004), respectivamente dos artistas maranhense e gaúcho. Continuar lendo “BALEIRO/RAMIL (parte 7)”

METELE QUE SON PASTELES: CARNAVAL COM TEMA SOCIAL

por Chico Cougo

No primeiro post da seção “Platinidades” falei do Carnaval uruguaio, um dos mais animados do mundo. Disse que voltaria ao tema e cá estou, hoje para apresentar a incrível agrupação murguera Metele que son Pasteles, vencedora do concurso Inaugural de 2017. Los Pasteles é uma das murgas mais jovens do carnaval oriental, mas vem ganhando destaque nos últimos anos – principalmente pelos temas de suas apresentações. Continuar lendo “METELE QUE SON PASTELES: CARNAVAL COM TEMA SOCIAL”

ARTHUR DE FARIA – INSOLAÇÃO

Em uma das cenas iniciais do filme Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas, o ator Paulo José, interpretando o personagem Andrei, diz o seguinte: “Tristeza. É triste que a tristeza seja o tema da nossa conversa. Os pássaros cantam e o sol esconde o frio da nossa bela cidade. Mas eu não estou aqui para falar sobre a cidade. Eu estou aqui para falar sobre o amor…”.

Continuar lendo “ARTHUR DE FARIA – INSOLAÇÃO”

ZIRIGDANSK – NO SILÊNCIO DA CANÇÃO

Em entrevista à Fundação Cultural de Curitiba, o poeta Marcelo Sandmann explicou o significado do nome da banda ZiriGdansk: “Fazer música popular brasileira a partir de Curitiba, diante de tantas cenas e eixos com tradições consolidadas e ritmos dos mais originais, será sempre um desafio. E esse desafio terá de dar conta do riquíssimo veio afro-mestiço-brasileiro (o lado “ziriguidum” da coisa), associado à peculiar formação da região, que em muito contrasta com o restante do país (daí o topônimo polonês “Gdansk”)”. Continuar lendo “ZIRIGDANSK – NO SILÊNCIO DA CANÇÃO”

LA DELIO VALDEZ: SOM LATINO ‘HECHO EN ARGENTINA’

Seção Platinidades, por Chico Cougo

Em 2009, treze jovens músicos bonaerenses e apaixonados pelos ritmos tropicais colombianos, peruanos e mexicanos organizaram uma orquestra no mínimo curiosa. Em busca de um som tradicional, mas próprio, em um país que criou sua própria onda tropical, eles se lançaram ao desafio de constituir uma orquestra “típica” de cumbia. Através de muita pesquisa, horas sem fim de ensaio e uma recorrida por temas que agitaram a parada de sucessos dos países onde a cumbia nasceu, nos anos 50 e 60, nascia La Delio Valdez. Continuar lendo “LA DELIO VALDEZ: SOM LATINO ‘HECHO EN ARGENTINA’”

JUAN PÉREZ – ARDE MARTE

No hay velo sobre el deseo que disimule su instinto.

A bela imagem acima, de Yasnaia Gayá, ilustra o primeiro álbum solista do músico argentino Juan Pérez, um conjunto de canções que viajam pelo fantástico e pelo onírico tomando o indie pop como principal meio de transporte. Continuar lendo “JUAN PÉREZ – ARDE MARTE”

PLATINIDADES, SONS ESPARSOS AO SUL DO MUNDO

Por Chico Cougo

O Música Esparsa certamente existiria sem minha colaboração, mas ter assistido e participado de seus inícios, no retorno de um show, na mui distinta Porto Alegre de 2009, me faz dele um padrinho. O pai da criança, Icaro Bittencourt, além de um sobrevivente nisso que chamamos um dia de blogosfera (e que, acreditem, já foi grande), é dileto amigo de sempre e aqui mesmo já publicamos algumas “tabelinhas” juntos [confiram, por exemplo, as postagens sobre Cintia Barrionuevo e Lucio Arce]. Continuar lendo “PLATINIDADES, SONS ESPARSOS AO SUL DO MUNDO”

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