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Música Esparsa

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FESTIVAL ÂNGELA FLACH

Conheci a produtora Ângela Flach há quase 10 anos atrás, quando ainda perambulava pelos shows da cena independente de Porto Alegre sem imaginar que um dia teria um blog como o Música Esparsa. Lembro bem quando, em determinada ocasião, fui adquirir um ingresso para uma apresentação do Marcelo Delacroix no Teatro Renascença e ela me recebeu com grande gentileza e atenção. Depois desse dia, em inúmeras situações Ângela me avisava dos diferentes shows dos artistas produzidos por ela, o que reforçou minha visão positiva sobre o seu trabalho cuidadoso e engajado. Continuar lendo “FESTIVAL ÂNGELA FLACH”

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CARMEN CORREA – SOLITA

Conheci algumas músicas da cantora e compositora Carmen Correa em vídeos dispersos pela internet, principalmente aqueles vinculados ao projeto Autoral Social Clube. Mas foi especialmente a participação de Carmen no programa Estação Cultura da TVE – RS (no início deste ano) que me deixou impressionado com a expressividade das canções da artista.

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ADRIANA DEFFENTI – REVIRA & VOLTA

Quando fui morar em Porto Alegre no ano de 2008, o meu principal objetivo “artístico-cultural” era assistir um show da Adriana Deffenti, especialmente do segundo disco da cantora, lançado dois anos antes e com a parceria insubstituível de Marcelo Corsetti e Angelo Primon.

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JAZZ ALL NIGHT COM RODRIGO NASSIF QUARTETO [WE HOSTEL DESIGN]

Rodrigo Nassif Quarteto faz show intimista no We Hostel em São Paulo

Após o lançamento de um single digital pelo Selo 180, com os temas Espelho Hexagonal e Arenito Riograndense, o Rodrigo Nassif Quarteto prepara uma apresentação especial em São Paulo para o dia 03 de março no We Hostel Design.

Confiram abaixo mais detalhes sobre a apresentação e o serviço completo do show.

Saudações musicais!

RNQ

Fãs de música instrumental folclórica do Rio Grande do Sul e jazz poderão acompanhar um show único e intimista do quarteto liderado por Rodrigo Nassif (violão), acompanhado por Carlinhos Ezael (segundo violão), Leandro Schirmer (percussão) e Samuel Cibils (contrabaixo) em um dos endereços mais cool’s da América Latina, o We Hostel Design.

Com composições de forte apelo popular e “sotaque” jazzístico, em temas cheios de peso e síncopes típicas da música latino-americana. Os gaúchos fazem sua noite de jazz na terça-feira, dia 03 de março de 2015 no We Hostel Design, localizado na rua Morgado de Mateus, 567 às 19h.

Com entrada a R$ 10,00, pagos somente em dinheiro, teremos comidas (cardápio inspirado em New Orleans by Bruno Alves do Eba Comida saudável e Kød. burgers artesanais) e bebidas nas dependências do hostel para visitante e nesse caso aceitamos cartões de crédito e débito para consumo.

Gostou? Então venha conhecer o We Hostel e aproveitar Jazz All Night com a gente.

PS: Os rapazes lançaram recentemente seu novo trabalho pelo 80 Selo Fonográfico, que pode ser acessado AQUI.

Serviço JAZZ ALL Night com Rodrigo Nassif Quarteto Data: 03/03/2015 Horário do show: 19h00 às 22h Lotação do show: 100 pessoas Indicação: Livre Entrada: R$10,00 (não hóspedes) We Hostel Design Rua Morgado de Mateus, 567 – Vila Mariana – São Paulo Fone: +55112615.2262 Foto: Felipe Pepe Guimarães Sobre We Hostel Design

O We Hostel oferece 46 vagas espalhadas por diferentes ambientes dentro da mansão. Entre as opções o hóspede pode escolher por uma suíte com varanda só para mulheres, um quarto para casal com cama Queen, TV a cabo e varanda privativa, um quarto privativo com apenas duas camas ou quartos coletivos com até 8 camas. Todos eles com ótima estrutura: lockers amplos, tomadas e luzes de leitura individuais.

Em uma mansão clássica localizada na Vila Mariana (Rua Morgado de Mateus, 567), um bairro tranquilo e tradicional da cidade de São Paulo. Em uma esquina residencial, a casa fica à 15 minutos da estação Ana Rosa do metrô e a dois quarteirões do Parque do Ibirapuera e dos bares e restaurantes da tradicional Rua Joaquim Távora.

Sobre Rodrigo Nassif Quarteto

Como instrumentista tem formação em violão erudito, terminada como bolsista do prestigiado Conservatório Luís Gianneo em Mar del Plata , província de Buenos Aires, sob orientação do célebre violonista Eduardo Isaac. Somam-se a isso larga experiência como sideman e músico de estúdio em Porto Alegre.

Rodrigo Nassif tem três CDs lançados, que somados venderam mais de quatro mil cópias no Rio grande do Sul, é vencedor do prêmio Açorianos de 2009 na categoria de melhor intérprete instrumental. O músico é considerado um dos principais violonistas do Brasil por revistas especializadas.

Fabio Allves
​We Hostel Design – Eventos
​+55 11 9 6400.2552

A TRINCA (Sala Álvaro Moreyra)

Amanhã, dia 19 de dezembro, acontece mais uma apresentação dos instrumentistas Marcelo Corsetti, Angelo Primon e Matheus Kleber, na formação conhecida como A TRINCA. Desta vez, o espetáculo acontece às 21h na Sala Álvaro Moreyra (Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre, na Érico Veríssimo n. 307).

Os três músicos concederam ótimas entrevistas para o “Música Esparsa” tempos atrás, que vocês podem acessar clicando nos nomes dos caras no parágrafo anterior. Confiram abaixo o release do show e assistam uma apresentação do trio no vídeo abaixo com Pequena Estória.

Saudações musicais!

Da esquerda para a direita: Marcelo Corsetti, Matheus Kleber e Angelo Primon - A TRINCA
Da esquerda para a direita: Marcelo Corsetti, Matheus Kleber e Angelo Primon – A TRINCA
Reunião de três dos mais destacados instrumentistas dos últimos anos no Rio Grande do Sul, A TRINCA busca a união de sonoridades propondo um resultado agradável e surpreendente ao ouvinte. A mistura dos sons da viola caipira, violão, alaúde e sitar de Angelo Primon, com o acordeon de Matheus Kleber e as guitarras com efeitos de Marcelo Corsetti tem feito grande sucesso nos shows do grupo. Todos músicos com trabalhos próprios, propõe na TRINCA releituras de suas músicas buscando manter as melodias, mas com novos sons e arranjos , tentando superar o desafio da releitura pura e simples. O show

O espetáculo que será mostrado na SALA ÁLVARO MOREYRA conta com um repertório formado basicamente por composições dos autores e contando também com releituras de artistas que formam a base de influências como PAT METHENY e BEATLES. Angelo Primon atua tocando viola caipira, viola de cocho, sitar e violões, Matheus Kleber toca acordeon e percussão e Marcelo Corsetti é responsável pelas guitarras no grupo.

QUEREMOS UMA CICLOVIA

Dentro da programação do 19º Porto Alegre Em Cena, acontece o lançamento do álbum bilíngue Queremos un carril bici/Queremos uma ciclovia, produzido por Marcelo Corsetti e que inclui 14 canções sobre o universo infantil compostas pela espanhola Queyi e pela uruguaia Ana Prada, que dividem os vocais na versão em espanhol. Já na versão das músicas em português, a voz é da Vanessa Longoni, que está prestes a lançar seu segundo álbum solo.

Confiram abaixo o release e o serviço do show, além da canção Lo lindo lleva tiempo, no final da postagem.

Saudações musicais!

Dias 08 e 09, às 17h – Teatro CIEE
DESCENTRALIZAÇÃO (Ingresso gratuito): Dia 10, às 15h – Escola Estadual de Ensino Fundamental Antão de Farias

No ano em que o festival homenageia a produção teatral uruguaia com um expressivo número de obras do país vizinho, esse espetáculo constitui um presente ao público local. “Queremos uma Ciclovia” é o show resultante do disco homônimo, gravado em Porto Alegre durante o ano de 2011, com quatorze canções escritas especialmente para crianças, nas vozes de Ana Prada e Queyi (versão em espanhol) e Vanessa Longoni (versão em português). A produção do álbum, gravado no Brasil, é do gaúcho Marcelo Corsetti. O trabalho musical consiste em quatorze histórias desenhadas em quebra-cabeças, bonecas de papel origami e jogos que acompanham as músicas. O show reúne um grupo muito especial de músicos gaúchos, todos com grande destaque em nosso Estado, que fazem incursão inédita no universo infantil. A linguagem metafórica foi utilizada para facilitar a compreensão do conteúdo das letras. Diferentes temas, relacionados ao cotidiano infantil, tais como o medo de dormir sozinho, não gostar de comer verduras, não querer tomar banho são ressignificados, para mostrar que é possível ultrapassar as fronteiras impostas pelo ritmo da vida moderna nas grandes cidades usando a imaginação. O espetáculo contará com a participação especial das artistas Queyi (Espanha) e Ana Prada, cantora uruguaia que já se apresentou com grande êxito no Em Cena. Um luxuoso sistema de projeções dos jogos e personagens mostrará um espetáculo cativante e encantador para crianças de todas as idades.

Ficha técnica:
Criação e Composição: Ana Prada e Queyi / Músicos: Vanessa Longoni (vocais), Luke Faro (Bateria), Simone Rasslan (vocais e piano), Gustavo Ferreira (baixo) e Marcelo Corsetti (guitarra) / Produção musical: Marcelo Corsetti / Duração: 60min / Recomendação etária: Livre

MERIDIANO 50 (ARTHUR NOGUEIRA E GISELE DE SANTI)

Fico muito feliz quando as “músicas esparsas” que comento aqui no blog acabam se encontrando de alguma forma e até mesmo elaborando criações  artísticas em comum. Esse é o caso do projeto Meridiano 50, formado por Arthur Nogueira e Gisele de Santi, que está buscando financiamento coletivo através do Catarse e que procura integrar, sob a metáfora geográfica do meridiano comum ao Pará e ao Rio Grande do Sul, as diferentes expressões criativas destes artistas.

Previsto para acontecer (em uma primeira edição) no Teatro Oficina em São Paulo, no dia 19 de abril, esse projeto tem como base uma interação artística bastante valiosa, que tenta buscar, a partir das diferenças culturais, pontos em comum (ou nem tanto) passíveis de construir experimentações criativas focadas na diversidade e na produção em parceria de possíveis sínteses. Assim, o Meridiano 50 pode ser um experimento de referência para uma parte do cenário musical brasileiro que aposta mais no isolamento do que na profícua interação de sensibilidades e de processos criativos.

Confira abaixo o release do projeto e uma música de cada artista. Além disso, não deixem de contribuir com a iniciativa (para quem não pode comparecer no show também há ótimas opções!), acessando a página do Meridiano 50 no Catarse por AQUI.

Saudações musicais!

Meridiano 50

No Brasil, riquezas são diferenças. A fecundação recíproca de diversas culturas moldou a nossa identidade artística. Vários momentos da história musical do país apostaram nesses extremos. E agora, chegou a vez do “Meridiano 50”.

Na geografia, o meridiano é um círculo de longitude, uma linha que cruza Norte e Sul. No Brasil, especificamente, o Meridiano 50 é um traço comum entre o Pará e o Rio Grande do Sul. Marca que agora passa a representar a união, no palco, de Arthur Nogueira e Gisele De Santi. Oriundos dos dois extremos do país, os artistas decidiram se encontrar no meio do caminho: São Paulo.

Aos 23 anos, Arthur Nogueira desenvolve trabalho baseado em experimentações com poesia e música. Possui dois álbuns lançados, “Arthur Nogueira” (2007) e “Mundano” (2009), e um EP virtual, “Mundano+” (2010). Tem canções com Antonio Cicero, Omar Salomão, Dand M e outros poetas.

Aos 26 anos, formada em Música, Gisele De Santi gravou em 2010 o primeiro CD da carreira, “Gisele De Santi”, que lhe rendeu o Prêmio Açorianos – o mais importante da música do Sul – nas categorias “Intérprete” e “Revelação”. Trata-se de uma autora que passeia por diversos estilos, desde os ritmos característicos de sua região, ao samba, o jazz e o blues.

No show, a dupla pretende dialogar com as próprias diferenças e expor os desejos comuns. Para brindar a união, “Meridiano 50” conta com a participação de Péricles Cavalcanti. O cantor e compositor, ídolo de Arthur e Gisele, estava presente na noite em que eles se conheceram, em São Paulo.

Da milonga ao carimbó, com gosto de jambu e chimarrão, “Meridiano 50” tem início em São Paulo, no Teatro Oficina, e pretende, num futuro próximo, chegar a Belém e Porto Alegre. Tudo para provar que, no Brasil, afinidade tem a ver com diversidade.

SERVIÇO
Meridiano 50 – Arthur Nogueira & Gisele De Santi
Participação especial: Péricles Cavalcanti
19 de Abril de 2012 – às 21h – Teatro Oficina (SP)
Informações: meridiano50@gmail.com

KARINA BUHR EM PORTO ALEGRE

Nesta segunda-feira (30 de janeiro), a cantora e compositora Karina Buhr faz o show imperdível de lançamento do seu novo álbum Longe de Onde no Bar Opinião (meia-noite), em Porto Alegre. Depois da grande repercussão do seu álbum solo de estreia Eu menti pra você (2010), Karina vem apresentar, com o patrocínio da Natura, o repertório e o show do seu mais novo trabalho, ao lado de uma banda incrível.

E como, neste momento, o Música Esparsa completa 3 anos de existência, o blog vai presentear um dos seus leitores (as) com um ingresso para o show: para isso, basta ser o primeiro a comentar essa postagem aqui no blog e escrever um pouco sobre como conheceu este espaço virtual. Barbada não?

Enquanto isso, confiram abaixo a música Pra ser romântica e o release do show e do novo álbum.

Saudações musicais!

NATURA apresenta: KARINA BUHR no Bar Opinião

No próximo dia 30 de janeiro (segunda), a cantora e compositora Karina Buhr faz pela primeira vez, em Porto Alegre, o show de lançamento de seu segundo disco solo, “Longe de Onde”.

Karina sobe no palco do Opinião acompanhada por uma super banda formada por Bruno Buarque (bateria), Mau (baixo) Edgard Scandurra (guitarra), Fernando Catatau (guitarra), Guizado (trompete) e André Lima (teclados). No repertório, as 11 músicas do novo disco, além de alguns sucessos do “Eu Menti Pra Voce”, seu primeiro disco solo, lançado em 2010.

“Longe de Onde”

A música de Karina Buhr tem o sim e o não. Em sua poesia existe esperança e morte, solidão e amor. Se compor é assumir todas as possibilidades, em uma canção cabem todas as ideias, pensamentos, sensações que se for capaz de imaginar e sentir. Da primeira à última das onze faixas de Longe de Onde, segundo álbum solo de Karina, a vida é uma surpresa.

Assim como em seu primeiro disco (“Eu Menti Pra Você”, janeiro de 2010), o novo foi produzido por Karina ao lado de Bruno Buarque e Mau, respectivamente baterista e baixista e estrutura base para suas narrativas musicais cheias de rasteiras nas expectativas. Liga que se completa com o tecladista André Lima e o trompetista Guizado, mais a impressionante dupla de guitarristas Edgard Scandurra e Fernando Catatau, camadas de som se alternando e se encontrando.

Banda meganinja que acompanha a espontaneidade das canções e conduz a eletricidade em alta voltagem de Karina: ao vivo é uma experiência, disco é pras canções nascerem. Tudo leve e tudo denso. E tão particular que uma das coisas mais fascinantes de um segundo disco é ver o que não era coincidência nem vira acidente, o que se torna a voz, o que se cristaliza como personalidade artística – ou o que cabe no nosso ouvir.

Créditos: Jorge Bispo

Tematicamente, eu-liricamente, melodicamente, nos arranjos e letras plurais nos estilos e abordagens, as composições de Karina são a invenção de um mundo sem limites – geográficos, conceituais, de imaginação. Universo que se expande do punk rock de “Cara Palavra” à poesia aguda de “Não Precisa me Procurar”. Nas imagens de pista de dança versus campo de guerra de “The War’s Dancing Floor” à pressão surf music de “Guitarristas de Copacabana”. Do encontro de leveza e fatalismo no delicioso reggae “Cadáver” ao dueto de voz e guitarra na bela “Amor Brando”. E na sinceridade irresistível da quase new wave “Não me Ame Tanto”.

Em uma recente viagem ao Marrocos depois de um show do festival Roskilde, na Dinamarca, atraída pela beleza do lugar e da escrita árabe nas ruas, pela simbologia da proximidade distante, Karina registrou em Casablanca a imagem de capa do disco, foto de Jorge Bispo. Longe depende de onde, mas longe também é onde. Karina Buhr não é de nenhum lugar que você conhece. Riqueza de interpretações, insinuações, declarações, provocações, despadronizações.

Com seu romantismo e existencialismo, lirismo e ironia, Karina é absolutamente sincera nas mentiras da arte, da representação, da sugestão anticlichê em composições de ritmo oral, esperto e instintivo. Lógica própria, que se apresenta e existe de pronto. Experiências que se somam, nenhuma coisa em si exatamente definindo ou explicando. A poética é invulgar e literalidade é limitação. A vivência é única, e é justamente nessa coisa única que tudo se torna mais interessante. Falar muito é como explicar a piada: para fazer ideia, só ouvindo e pensando e sentindo.

Ronaldo Evangelista

Outubro/2011

www.karinabuhr.com.br

CONEXÕES GLOBAIS 2.O (AGENDA MUSICAL)

O evento Conexões Globais 2.0, que acontece de 25 a 28 de janeiro na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, traz ótimas atrações musicais para deleitar os participantes do encontro que propõe a articulação entre  cultura popular e cultura digital.

Vinculado às atividades do Fórum Social Temático 2012 e do Festival Internacional de Cultura Livre, a programação do evento contará com oficinas, debates e diálogos sobre a liberdade de informação na internet e as relações entre mobilização social e mundo virtual.

Além disso, uma série de intervenções artísticas (literatura, fotografia, artes plásticas, criações multimídia) serão realizadas no final de cada dia da programação na Travessa dos Cataventos da CCMQ. Ao lado de tudo isso, uma rica e criativa agenda musical poderá ser prestigiada por quem pintar lá no evento.

No palco alternativo, das 17h 30 às 18h acontecem as apresentações de Claudio Levitan (25/01), Revolução RS – Mc PX e Dj Pela (26/01), Conjunto Bluegrass (27/01) e Jorginho do Trompete (28/01).

Já no palco principal, todos os dias às 20h, apresentam-se os seguintes artistas listados abaixo, com informações disponibilizadas pela organização do evento:

25/01 – QUARTA-FEIRA

LIRINHA

Após um ano e meio longe dos palcos, José Paes de Lira, Lirinha, retorna com a turnê de lançamento de seu primeiro CD solo, denominado LIRA, e embala o público mais conectado do Fórum Social Temático. [Confira no final da postagem Lirinha recitando versos de Zé da Luz acompanhados das lindas xilogravuras de J. Borges].

Em LIRA, Lirinha se reinventa com uma sonoridade que passa pela utilização de guitarras, teclados, sintetizadores, percussão e bateria, resultando em uma surpreendente e inovadora incursão em território que lhe é familiar: a tênue fronteira entre a música e a poesia. Lirinha mostra seu amadurecimento como artista e letrista, evolui em um trabalho coeso, com forte influência das referências que povoam as suas canções.

Além das faixas inéditas do álbum LIRA, o show terá algumas músicas de sua autoria, registradas quando integrava o grupo Cordel do Fogo Encantado. Fazem parte da banda de Lirinha: Neilton (guitarras), Ângelo Medrado (bateria), Astronauta Pinguim (teclado),Hugo Carranca(percussão) e Igor Medeiros (sintetizador).

26/01 – QUINTA-FEIRA

RICHARD SERRARIA

Depois de lançar 2 discos com a Bataclã FC (2002 e 2006), um disco solo chamado Vila Brasil (2008) e uma trilha sonora também lançada em CD para um documentário sobre tambor de sopapo (O Grande tambor, 2010), Richard Serraria apresenta Pampa Esquema Novo em 2012. Espécie de “road song”, disco de estrada feito a partir de pesquisas realizadas sobre a música do cone sul da América, tal conteúdo cultural vem recheado de parcerias com compositores dos 3 países em diferentes gêneros miscigenados (bossa-tango; candombe-samba; ijexá-candombe; maçambique-samba rock; milonga mourisca-bossa; candombe-maracatu; samba gaúcho com gaita gaudéria e sopapo; etc). No show que será apresentado dia 26/1 em Porto Alegre a percussivafricanidade (conceito central do disco) ganha contornos bem definidos no encontro de uma mini bateria de escola de samba com uma “cuerda” de candombe uruguaio mais tambores de maracatu junto ao bandoneon argentino, gaita de 8 baixos, viola de 10 cordas, violão brasileiro e ainda a modernidade das pickups de um DJ, teclados, baixo e bateria.
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Richard Serraria nas poesias, voz, sopapo, repinique e violão; Lucas Kinoshita no sopapo, voz e bateria; Angelo Primon na viola de 10, violão e viola de cocho; Daniel Lopez Rodriguez nos teclados, escaleta e voz; Mimmo Ferreira nos tambores de candombe, latas, sopapo e leguero; Filipe Narcizo no baixo e ainda convidados especiais: Maracatu Nação Periferica; DJ Duke Jay nas pickups; Alessandro Brinco no repinique, tamborim e pandeiro; Sandro Gravador no sopapo, tamborim e repinique; Renato Muller na gaita de 8 baixos mais bandoneon e Marcelo Delacroix na voz.
27/01 – SEXTA-FEIRA
ANITELLI TRIO (participação especial LEONI)
No intervalo entre o segundo e terceiro álbum da trupe “O Teatro Mágico”, Fernando Anitelli vocalista e idealizador do projeto, vem com a proposta de um álbum solo, com canções autorais que até então estavam dispersas pela internet, releituras de suas composições já interpretadas com a companhia e inéditas, unindo o jazz e a música brasileira em uma experiência sonora única.

A proposta de Anitelli é um pop sofisticado, samba, maracatu e levadas afro-brasileiras se adaptam a hits nunca antes trabalhados. Com um formato violão, baixo acústico e bateria, o músico pretende criar uma atmosfera intimista e pessoal nas apresentações, características das canções que não se enquadrariam junto a trupe e carregam uma forte marca pessoal do autor.

Músicas como “Na Varanda”, “Perto de Você” e “Soprano” que possuíam apenas uma simples gravação de voz e violão, ganham no TRIO um roupagem musical sofisticada contracenando com a complexidade da música brasileira. Versões de músicas já conhecidas com a companhia como “Realejo” e “Samba de Ir Embora Só” no TRIO encontram uma nova formulação deixando clara a versatilidade e a pluralidade de Fernando Anitelli.

Junto ao cantor estão o baixista Fernando Rosa e o baterista Miguel Assis, que também compõem a trupe O Teatro Mágico e carregam uma enorme bagagem no jazz instrumental. Show imperdível para os ouvidos que buscam novos sons e experiências musicais.

28/01 – SÁBADO

COWBOYS ESPIRITUAIS

E são os velhos cowboys voltando à cena do saloon, varrendo a poeira, acordando o barman e pedindo mais uma dose de um Bourbon tão seco e tradicional como as obsessões da banda. Casamentos desfeitos, as derrotas como lições, garotas enfezadas esperando o sujeito depois da festa; são os velhos CowboyscCom Frank Jorge que retornam na poesia beatnick e desperada de Reny, no virtuosismo das cordas caipiras de Márcio Petracco, e na cozinha firme e segura seja no trote ou no galope, a cargo de Paulo Arcari Enviem sinais de fumaça para os comanches! Ressuscitem Billy The Kid! Os Cowboys Espirituais voltaram. E estão com fome e sede de estrada!

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