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Música Esparsa

DANDARA MANOELA

É com extremo contentamento que hoje escrevo sobre Dandara Manoela (na imagem acima de João Pedro Dalcegio Varela/REC’n’Play): cantora, compositora e instrumentista que hoje integra o projeto/banda Cores de Aidê e que concorre este ano como melhor cantora no Prêmio da Música Catarinense (você pode votar na artista AQUI). Continuar lendo “DANDARA MANOELA”

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ANDRÉ MEHMARI – SUÍTE POLICARPO

As relações entre música popular e literatura no Brasil são numerosas e intensas, como já demonstrou a pesquisa de José Ramos Tinhorão em sua trilogia A música popular no romance brasileiro, publicada pela Editora 34. Seja a partir da abordagem de escritores, que mencionam as experiências musicais populares como fontes de representação de seus personagens e cenários literários, seja a partir das composições musicais que tomam exemplos da literatura como inspiração, as reciprocidades entre as expressões artísticas citadas são vastíssimas. Continuar lendo “ANDRÉ MEHMARI – SUÍTE POLICARPO”

THAMIRES TANNOUS – CANTO PARA ALDEBARÃ

O álbum Canto para Aldebarã (2014), de Thamires Tannous, é uma preciosidade discográfica da música contemporânea que mistura brasilidade e sonoridade árabe em um repertório marcado por beleza, criatividade e lirismo raros. Continuar lendo “THAMIRES TANNOUS – CANTO PARA ALDEBARÔ

FESTIVAL ÂNGELA FLACH

Conheci a produtora Ângela Flach há quase 10 anos atrás, quando ainda perambulava pelos shows da cena independente de Porto Alegre sem imaginar que um dia teria um blog como o Música Esparsa. Lembro bem quando, em determinada ocasião, fui adquirir um ingresso para uma apresentação do Marcelo Delacroix no Teatro Renascença e ela me recebeu com grande gentileza e atenção. Depois desse dia, em inúmeras situações Ângela me avisava dos diferentes shows dos artistas produzidos por ela, o que reforçou minha visão positiva sobre o seu trabalho cuidadoso e engajado. Continuar lendo “FESTIVAL ÂNGELA FLACH”

SAMUCA CHIODINI

Vem de Santa Catarina a nossa sugestão de música instrumental de hoje. Nascido em Jaraguá do Sul, o guitarrista Samuca Chiodini tem mostrado grande vitalidade e criatividade em temas autorias já registrados em dois álbuns: Quintal (2013) e Tempero Moderno (2015). Continuar lendo “SAMUCA CHIODINI”

BALEIRO/RAMIL (parte 7)

A sétima edição da série de postagens que comenta simultaneamente a discografia dos cantores e compositores Zeca Baleiro e Vitor Ramil aborda os álbuns O Coração do Homem-Bomba – Vol. 2 (2008) e Longes (2004), respectivamente dos artistas maranhense e gaúcho. Continuar lendo “BALEIRO/RAMIL (parte 7)”

METELE QUE SON PASTELES: CARNAVAL COM TEMA SOCIAL

por Chico Cougo

No primeiro post da seção “Platinidades” falei do Carnaval uruguaio, um dos mais animados do mundo. Disse que voltaria ao tema e cá estou, hoje para apresentar a incrível agrupação murguera Metele que son Pasteles, vencedora do concurso Inaugural de 2017. Los Pasteles é uma das murgas mais jovens do carnaval oriental, mas vem ganhando destaque nos últimos anos – principalmente pelos temas de suas apresentações. Continuar lendo “METELE QUE SON PASTELES: CARNAVAL COM TEMA SOCIAL”

ARTHUR DE FARIA – INSOLAÇÃO

Em uma das cenas iniciais do filme Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas, o ator Paulo José, interpretando o personagem Andrei, diz o seguinte: “Tristeza. É triste que a tristeza seja o tema da nossa conversa. Os pássaros cantam e o sol esconde o frio da nossa bela cidade. Mas eu não estou aqui para falar sobre a cidade. Eu estou aqui para falar sobre o amor…”.

Continuar lendo “ARTHUR DE FARIA – INSOLAÇÃO”

ZIRIGDANSK – NO SILÊNCIO DA CANÇÃO

Em entrevista à Fundação Cultural de Curitiba, o poeta Marcelo Sandmann explicou o significado do nome da banda ZiriGdansk: “Fazer música popular brasileira a partir de Curitiba, diante de tantas cenas e eixos com tradições consolidadas e ritmos dos mais originais, será sempre um desafio. E esse desafio terá de dar conta do riquíssimo veio afro-mestiço-brasileiro (o lado “ziriguidum” da coisa), associado à peculiar formação da região, que em muito contrasta com o restante do país (daí o topônimo polonês “Gdansk”)”. Continuar lendo “ZIRIGDANSK – NO SILÊNCIO DA CANÇÃO”

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